Brincadeiras com alunos da Escola Estadual Mal. Humberto de Alencar Castelo Branco
Roda de Conversa com Mestre Nem - Público: alunos da Escola Estadual "Narciso de Queirós".
Palestra sobre Congado com Valéria e Gamair - Público: alunos das Escolas Infantis "Arco-Íris" e "Vovó Júlia"
Visita ao Memorial do Congado com Valéria e Gamair - Público: alunos das Escola Infantil "Arco-Íris".
Visita ao Memorial do Congado com Valéria e Gamair - Público: alunos das Escola Infantil "Vovó Júlia".
Visita ao Memorial do Congado com Valéria e Gamair - Público: alunos da Escola Infantil "Arco-Íris".
Contação de Histórias com Nathália Lobo e Cessy Gonçalves - Público: alunos da Escola Estadual "Mal. Humberto de Alencar Castelo Branco".
Contação de Histórias com Nathália Lobo - Público: alunos da Escola Estadual "Mal. Humberto de Alencar Castelo Branco".
Contação de Histórias com Nathália Lobo - Público: alunos da Escola Estadual "Mal. Humberto de Alencar Castelo Branco".
Contação de Histórias com Cessy Gonçalves - Público: alunos da Escola Estadual "Mal. Humberto de Alencar Castelo Branco".
Contação de Histórias com Cessy Gonçalves - Público: alunos da Escola Estadual "Mal. Humberto de Alencar Castelo Branco".
PROJETO #JUNTOSCOMAESCOLA/BIBLIOTECAPUBLICA: BIBLIOTECA PÚBLICA "LAFAYETTE RODRIGUES PEREIRA" E ESCOLA ESTADUAL MAL. "HUMBERTO DE ALENCAR CASTELO BRANCO
A Biblioteca Pública, em parceria com a Escola Estadual “Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco”, realizou durante os meses de agosto e setembro um projeto de leitura. Foram feitas visitas diárias à Biblioteca, de forma que os alunos conheceram o espaço, interagiram com os livros, fizeram seus cadastros e expandiram o acesso a novos textos e locais de leitura. As visitas foram feitas de agosto a setembro, totalizando 16 turmas, do 1º ao 5º ano. Foi um projeto bem significativo e prazeroso para todos os envolvidos, funcionárias da Biblioteca Pública, funcionárias e alunos da Escola Castelo Branco.
Semana Estadual de Incentivo à Literatura na Biblioteca Pública
Abril 2025
Exposição de Artistas Lafaietenses Homenageados
O artista nasceu em
Conselheiro Lafaiete e atua desde 1990 em áreas de artes plásticas, design,
comunicação visual e multimídia, com trabalho em diversas cidades. É
associado-fundador da Associação de Moradores AMAR e da ONG ambiental RECICLAR,
sendo um dos coordenadores da Biblioteca Comunitária AMAR.
Desde criança demonstrou
aptidão para o desenho; já na adolescência pintou camisetas que eram vendidas
para amigos. Em seguida foi cursar Engenharia Civil em Ouro Preto, embora o
interesse pela arte só aumentava. Em 1991 interrompeu a engenharia e foi
aprovado para cursar Desenho Industrial, com habilitação em Design
Gráfico/Comunicação Visual, pela FAAP em São Paulo. A partir daí ampliou seus
conhecimentos e aprendizados em diversos setores da arte. Em 1988, retornando a
Minas, Hélcio continuou trabalhando com arte, design e comunicação. Nas artes
plásticas transita por várias categorias e técnicas como desenho, pintura,
colagem, objetos, entre outros. Aprendeu a reciclar materiais, o que se pode
ver na maioria de suas obras de técnica mista como a “Instantâneos”, premiada
no IV Salão Capixaba do Mar. Desenvolve três linhas de trabalho: uma série
inspirada nos antigos ladrilhos hidráulicos, onde os desenhos são pintados em
pequenas telas quadradas. A outra série consiste em colagens e pinturas sobre
telas. Uma terceira linha de trabalho utiliza a tecnologia aliada à arte,
resultando na chamada “infoarte”.
Dentre as suas exposições
está a “HQ”, ocorrida no Museu Ferroviário de Lafaiete, que utiliza mistura de
técnicas, que tem como características em comum as letras, a poesia visual, o
humor, a colagem e a influência de artes gráficas e dos quadrinhos. Outra de
destaque é a “Vaca Letrada” ou “Desfile das Vacas”, em Belo Horizonte. A Cow Parade é um
evento de arte de rua do mundo, realizado em cidades do Brasil e do exterior.
Entre uma de suas últimas exposições está a do projeto “Artes nas Estações”,
Hélcio participou com toda a sua habilidade como designer gráfico e artista
visual. Ele ministrou as oficinas de pintura para cerca de 80 participantes e
as obras estão expostas no Centro Cultural "Maria Andrade Resende" (Museu Ferroviário). Estão lá
instaladas para a apreciação de todos que visitarem aquele local.
Fonte: Jornal Folha Livre, 24/05/2003 - Jornal Correio da Cidade, 27/05/2006
Crédito da foto: Rita Rezende
Conhecida como Cessy Gonçalves,
atua representando diversos personagens: Tia Chinoca como contadora de
histórias; Chinoquiz como mágica; Chinoquete como palhaça; Madalena
como personagem do espetáculo “Família Buscapé” e Mãe Mercê como
atriz cinematográfica.
Começou a contar histórias na época
em que foi educadora, de forma que utilizava acessórios e imaginação para
trabalhar os textos literários, utilizando expressões e capacidade
mental/corporal. Na atividade artística começou em 2003, através de oficinas na
Casa do Teatro, de onde surgiu o grupo “Senhoras Gerais”. Atuou em diversos
espetáculos dirigidos por Geraldo Lafayette. Em 2012 aposentou-se, desligando-se
da escola, e a partir daí criou sua primeira personagem, Tia Chinoca,
caracterizada com roupas e acessórios vibrantes.
Em paralelo às atividades da Casa
do Teatro, criou suas próprias produções, contando e escrevendo histórias,
baseadas em sua convivência com a neta Duda, dentre elas: “Dorotéia e sua
tartaruguinha”, “O irmão do grilo falante”, “A borboletinha marrom e dourada”,
“Clatibeus, o seu ratinho falante”, “Bastiana e Joaquim, 30 contos diferentes
para dormir”.
Participou do espetáculo “Família
Buscapé”, para a Empresa RECOMIX, atuando na peça com tema da conscientização
do descarte correto do óleo vegetal e preservação ambiental. Já apresentou
espetáculos em vários locais como creches, escolas, instituições beneficentes,
centros culturais e Teatro Municipal. Participa de projetos escolares focados
em datas comemorativas e em projetos ambientais com temas de conscientização e
preservação.
Sempre
atuante no meio artístico, participa dos seguintes grupos: Casa do Teatro;
Grupo de Seresta pelos Cantos da Casa; Grupo de Palhaçaria Camarote; Grupo de
Danças BrasilFolk; Grupo de Danças Baila Comigo. Participa de trabalhos
diversos como: “Chapéu Roxo de Mulher”: com tema de autovalorização feminina;
“Animadora de Festas Infantis”: atuando como mágica e palhaça; “O Natal
existe”: projeto realizado em sua residência, com decoração natalina e contação
de histórias, com figurinos de natal e com público de entidades beneficentes,
creches e pessoas da vizinhança. Dentre os trabalhos mais recentes está a sua
atuação no filme “Pensão de Queluz” e no “Grupo de Danças BrasilFolk”.
Texto:
Biblioteca Pública
Crédito da foto: Mauro Dutra
Rosemir Hermenegídio: mestre ceramista
Ceramista,
Mestre Rosemir é morador de Conselheiro Lafaiete. Iniciou seus trabalhos em 1986, quando ainda
adolescente teve como mestre Manoel Silvestre Guardiano Salgueiro, conhecido
como Bitinho.
A
história de Rosemir com a arte começou quando seu pai se tornou antiquário e
descobriu o valor da arte Saramenha através de Bitinho, último herdeiro da
técnica. Então, em 1985 Rosemir começou a aprender a arte com Bitinho e a
partir daí suas peças foram vendidas para vários países, dentre eles, os
Estados Unidos.
Teve
suas peças expostas em vários locais como Pan Techné, em Niterói, RJ. Participou
do Sexto Universo Cerâmico em São Paulo. Foi destaque na 36ª Feira de Cerâmica,
realizada no Mercado Central, em Belo Horizonte. Em maio de 2023 expôs no hall
de entrada da Câmara Municipal de São Paulo. Em 2024 participou da 2ª Mostra e
Exposição Comemorativa dos 81 anos do Museu Histórico Abílio Barreto, dentro da
Feira de Artesanato “Mercado Charme Chique”. Aí expôs sua obra “A fonte”, com
características que lembram Ouro Preto e Mariana, com detalhes abrigados na
arquitetura colonial de Belo Horizonte. Após esta exposição as peças foram para
o Centro de Artesanato Mineiro (CEART). Participou do projeto Faço Arte,
promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de Conselheiro Lafaiete, onde
ministrou o Curso de Cerâmica Saramenha nos anos de 2023 e 2024.
Fonte:
Jornal Correio da Cidade, 29/01/2022 – 03/05/2023 – 24/02/2024
Jorge Fonseca: artista plástico e caricaturista
Jorge
Fonseca é mineiro, natural de Conselheiro Lafaiete. Foi marceneiro e maquinista
de trem. Artista e autodidata, foi premiado no 53º Salão Paranaense (1996), no
Salão de Arte Contemporânea de Campos (R.J.) e no Salão Nacional de Arte de
Goiás (2002). Em 2009 recebeu a Bolsa de estímulo à produção, através da
Fundação Pollock-Krasner, por mérito e conjunto da obra. Atuou como designer de
moda e de móveis, arte-educador, diretor de criação e produção de grupos de
artesãos, dirigente de ONG, idealizador e coordenador de projetos socias e
professor convidado, por notório saber, do Departamento de Artes da
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).
Dentre
os seus trabalhos está o “desenho da guitarra em área rural” (1993), que mostra
um poema encantado a favor da conscientização e preservação do meio ambiente.
Outro trabalho é a mostra “Fiotim – o Museu em movimento”, que recebeu o
primeiro lugar do Prêmio FUNARTE Conexão Circulação Artes Visuais 2016. No
trabalho, o artista representa um camelô, que traz uma reprodução do Inhotim. O
artista mostra e tem a missão de fazer miniaturas que viu no museu. Com Fiotim,
o artista percorre o Brasil com a proposta de promover a democratização de
acesso à arte e à cultura. Em 2015 participou do Festival de Esculturas
Monumentais da Feira Urbana – Art Rural (R.J.) e do Festival
Interculturalidades da Universidade Federal Fluminense (UFF); em 2016 percorreu
milhares de quilômetros com a caravana “No coração do Brasil”, às margens do
Rio São Francisco. O artista também foi indicado ao Prêmio PIPA OnLine
(categoria Voto Popular).
Foi
responsável pela criação do Espaço dedicado à Literatura e ao ilustre escritor
mineiro Bernardo Guimarães em Conselheiro Lafaiete. A Praça inaugurada
representa um espaço de encontro com a literatura e a imaginação, como um
espaço de convivência e vivências sociais. As esculturas idealizadas por Jorge
Fonseca representam a sabedoria e a criatividade, e convida a todos a explorarem
o universo das letras e cultura. Cada obra do espaço é uma interpretação
singular da importância dos livros e das artes na formação do pensamento
humano.
Fonte:
Jornal Correio da Cidade, 07/04/2018 - 06/11/2021
Eli Curi: artista plástico e poeta
Eli
Rodrigues Pereira, natural de Queluzito, é residente em Conselheiro
Lafaiete. Artista por natureza, ele
pinta, desenha, escreve poemas, sempre demonstrando em seus trabalhos a relação
com o espaço natural. As matérias utilizadas em suas obras incluem cabaças,
troncos de árvores, telhas, pedras, pedaços de pau, cacos de vidros, entre
outros.
Formou-se
em engenharia elétrica e chegou a fazer Química Industrial na Soborne, em
Paris. Trabalhou como engenheiro em várias mineradoras, mas acabou escolhendo a
arte. Hoje Eli Curi tem obras espalhadas em várias partes do Brasil e do
exterior, e participa de exposições em salas permanentes de Minas Gerais e
outros estados. Seus trabalhos estão espalhados por várias partes como
Argentina, Espanha, Estados Unidos, Japão, China, Egito, Arábia Saudita e
Malásia. Dono de um cérebro vertiginoso e uma sensibilidade aguçada, ele
gesticula, ri, critica, gagueja e disserta sobre os mais variados temas. Um
papo desde política e filosofia, passando pela física quântica até a vida
bucólica da roça. Diz que o mais importante é ter pessoas aplaudindo seus
trabalhos, e que a arte é emoção e descoberta, que sua casa reflete arte por
todos os cantos.
Frases
de Eli:
“Você só será feliz se fizer o que ama”
“O
melhor do ser é o ser amigo”
Fonte: Jornal Correio de Minas, 31/05/2008 – Jornal Correio da Cidade, 28/08/2010; 20/05/2017
Sérgio Trajano: artista plástico
Artista
Plástico, é natural de Catas Altas da Noruega, mas residente em Conselheiro
Lafaiete, onde desenvolveu sua carreira, que se iniciou em 1979. Como pintor
profissional levou sua arte a várias partes do país. Caminhou-se também para a
música, gravando CDs e realizando shows como cantor.
Começou
a pintar desde os 8 anos e sua vocação foi influenciada por sua madrinha
Zuleika Dutra. Estudou em Belo Horizonte, cursando Publicidade no Colégio
Champagnat. O primeiro quadro vendido foi para Geraldo de Freitas, quem o
valorizou e incentivou. Daí em diante o artista foi se profissionalizando cada
vez mais. Estava sempre se aprimorando e teve como mestres Cidinha Dutra e
Jomadi.
Dentre
os locais onde expôs suas obras está o Iate Clube do Brasil, no Rio de Janeiro.
Dentre as obras expostas está o retrato de Tancredo Neves, em São João Del Rei.
Pintou também retratos de pessoas do cenário artístico, televisão e política.
Sérgio Trajano perdeu a conta de quantas telas foram pintadas, e demonstrou um
pouco de tristeza por não se conformar com as mudanças na paisagem de Lafaiete,
que, para ele, ficou descaracterizada. Como retribuição de seu dom e talento
foi professor, dando aulas de pintura em seu ateliê e no colégio Potência.
Foi
homenageado pela Academia de Ciências e Letras de Conselheiro Lafaiete (ACLCL)
na solenidade de 25 anos da Academia e recebeu a medalha Alberto Libânio.
Faleceu em 12 de maio de 2024 em Conselheiro Lafaiete.
Fonte:
Jornal Correio da Cidade, 05/01/2019 - 10/01/2024.
Geraldo Lafayette: artista, diretor e produtor teatral
José
Geraldo de Almeida nasceu em Conselheiro Lafaiete. Sempre apaixonado pelas
artes, sua vida foi dedicada à cultura, principalmente ao teatro. Deixou sua
terra natal com 16 anos e em Belo Horizonte recebeu o pseudônimo de Geraldo
Lafaiete, na época em que dedicava seus estudos à Filosofia e às Artes Cênicas.
Escreveu diversas peças teatrais e teve seus escritos publicados na coletânea
anual local “Lafaiete em Prosa e Verso”. Fundou a Casa do Teatro, idealizou e
tornou realidade o Festival de Artes Cênicas. Foi Secretário Municipal de
Cultura nos períodos de 2005 a 2008 e de 2017 a 2024. Foi um grande
incentivador das artes, principalmente do teatro, que era a sua paixão; e também
da cultural local. Faleceu em 14 de junho de 2024 em Conselheiro Lafaiete.
Texto: Biblioteca Pública





















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